Abordagem Integrativa

Trabalho corporal integrativo adaptado às necessidades físicas,
emocionais e funcionais de cada pessoa.

Massoterapia Integrativa - o ADN como campo dinâmico de informação e energia

Em que consiste a Abordagem Integrativa?


Na Turmalina, não partimos da ideia de que existe uma técnica certa para todas as pessoas.


Partimos da pessoa.

A sua história, as suas necessidades, o momento que está a viver e aquilo que procura quando chega até nós orientam o percurso.


É isto que entendemos por abordagem integrativa.



Integrar não é juntar técnicas.

É considerar diferentes dimensões da pessoa e, quando necessário, diferentes formas de cuidado, de forma coerente e coordenada.


Uma abordagem integrativa procura olhar para a pessoa para além do sintoma ou da necessidade imediata, tendo em conta o seu contexto, as suas características e os seus objectivos.


Por isso, duas pessoas que chegam com uma queixa semelhante podem ter percursos completamente diferentes.

E uma mesma pessoa pode precisar de abordagens diferentes em momentos diferentes.


Na Turmalina, a técnica é uma ferramenta. Não é o ponto de partida.


Antes de decidir como trabalhar, procuramos compreender:

  • o motivo que traz a pessoa até nós;
  • o que cada pessoa precisa neste momento;
  • o que é adequado dentro dos limites da intervenção;
  • o que a própria pessoa deseja e está preparada para receber.


A partir daí, a técnica escolhida passa a estar ao serviço do processo, e não o contrário.

Uma abordagem integrativa não significa combinar várias técnicas numa única sessão.

Uma sessão pode ser inteiramente dedicada a uma única prática e continuar a fazer parte de uma abordagem integrativa.


O que importa é a coerência do percurso.

Pode ser suficiente uma determinada técnica.

Pode fazer sentido complementar o acompanhamento com outra abordagem.

E pode chegar um momento em que o mais adequado é encaminhar para outro profissional ou para cuidados de saúde fora da Turmalina.


Saber quando intervir e saber quando não intervir fazem parte da mesma responsabilidade.

A Turmalina reúne profissionais com formações e práticas diferentes.

Cada terapeuta trabalha dentro do seu próprio âmbito de competência, sem que todas as técnicas tenham de ser iguais ou combinadas.


O que procuramos que seja comum é a forma de estar e actuar:


pessoa no centro 

↓ 

escuta

↓

avaliação dentro dos nossos limites 

↓

intervenção adequada 

↓

acompanhamento 

↓

adaptação ou encaminhamento quando necessário.


É esta base comum que permite que diferentes práticas coexistam dentro do mesmo espaço sem perderem a sua identidade.



Quando uma necessidade ultrapassa o âmbito de uma determinada intervenção, reconhecer esse limite é parte do cuidado.


Uma abordagem integrativa pode, por isso, envolver encaminhamento ou articulação com outros profissionais, sempre que tal seja apropriado e respeitando o consentimento e a confidencialidade da pessoa.


Não se trata de concentrar todos os cuidados num único lugar.

Trata-se de reconhecer que nenhuma técnica, terapeuta ou espaço precisa de responder a tudo.


“Integrativo” não significa que todas as abordagens sejam equivalentes, nem que uma prática seja automaticamente segura por ser complementar.


Trabalhar de forma integrativa implica conhecer limites, reconhecer contra-indicações, respeitar a formação profissional e distinguir entre aquilo que é sustentado por evidência, aquilo que pertence a determinados modelos ou tradições e aquilo que permanece como hipótese ou experiência clínica.


Quando outra competência é necessária, encaminhar também é cuidar.


O cuidado começa antes da técnica.

E continua depois dela.